Durante uma especialização em Acupuntura, no Rio de Janeiro, um colega procurou Marcos em busca de materiais que ajudassem a compreender melhor a prática. A pergunta parecia pontual. A resposta mudaria o rumo da sua vida.
Marcos começou a procurar. Primeiro vieram alguns textos. Depois livros, artigos, traduções, referências francesas e chinesas, anotações de aula e observações clínicas. Cada descoberta abria novas perguntas — e cada pergunta pedia mais estudo.
O que nasceu como uma busca pessoal cresceu até se transformar em um acervo vivo: conhecimento organizado para ser compreendido, testado na prática e compartilhado.
“Estudar mais só fazia sentido se esse conhecimento pudesse chegar a mais pessoas.”